da Redação
28 maio 2026
Neymar Jr. lança figurinha lendária em parceria com seguradora.
A febre dos colecionáveis de Neymar Jr. ganhou um novo capítulo fora do varejo tradicional. Em parceria com a Loovi, sua patrocinadora, o camisa 10 lança uma figurinha lendária e limitada, disponível para clientes que contratarem o seguro auto da empresa.
A iniciativa dialoga com o apetite do público por itens digitais de desejo, como a figurinha vendida por R$ 20 em marketplace, e busca aproximar o seguro automotivo de uma lógica mais emocional de consumo, marcada por recompensa, identificação e pertencimento.
A ação, que começa nesta quinta-feira (28), tenta deslocar o seguro de um território historicamente técnico — associado a preço, cobertura e burocracia — para uma conversa mais próxima da cultura pop e do consumo digital. Ao oferecer a figurinha oficial como recompensa, a Loovi transforma a contratação em experiência, com mecânica simples e linguagem acessível.
O alcance será ampliado por influenciadores como Renato Cariani, Toguro, Maurício Ruffy, Tirullipa, Thiago Brava e Gustavo Tubarão, além de criadores ligados ao universo de Neymar.
O movimento reflete uma tentativa do setor de seguros de ocupar espaços antes dominados por varejo, entretenimento e influenciadores. Embora o mercado avance em arrecadação — com previsão de atingir R$ 808 bilhões em 2026, crescimento de 5,7% — cerca de 70% dos 72 milhões de veículos e caminhonetes no país ainda não têm cobertura. Para muitos motoristas, o seguro é visto como caro, burocrático e pouco acessível. Nesse cenário, empresas digitais apostam em jornadas simplificadas e campanhas capazes de aproximar o tema do cotidiano do consumidor.
A ausência de uma figurinha oficial de Neymar Jr. lançada pela Panini até agora abriu espaço para a collab. Com a proximidade da Copa e o peso simbólico do jogador, parte dos fãs cobrava um item colecionável.
A Loovi aproveitou a brecha e lançou a edição especial, conectando o seguro auto a uma linguagem já familiar ao público digital: itens raros, edições limitadas e recompensas imediatas. “Quando o consumidor entende o seguro como algo acessível, rápido e útil, a barreira de entrada diminui. O desafio do setor é deixar de falar apenas com quem já compra seguro e passar a dialogar com quem ainda não se vê nesse mercado”, afirma Quézide Cunha.
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