da Redação
04 junho 2026
Marcha para Jesus vira palanque eleitoral de Flávio Bolsonaro.
O evento religioso evangélico realizado nesta quinta-feira (4/6), em São Paulo, transformou-se em palanque eleitoral para o pré-candidato do PL à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro.
Diante de milhares de fiéis, o parlamentar bradou que seu propósito é “expulsar o mal do governo”, em referência ao atual comando do país.
No discurso, Flávio afirmou que a “guerra é espiritual” e que a Marcha para Jesus seria a maior resposta ao “mundo do mal”. “Em nome do nosso Senhor Jesus, amém”, disse, sob aplausos.
A participação do senador marcou sua estreia na tradicional marcha, que chega à 34ª edição. Ao lado de autoridades como o governador Tarcísio de Freitas (que concorre à reeleição pelo Republicanos), o ministro do STF André Mendonça e o advogado-geral da União, Jorge Messias, Flávio buscou reforçar sua imagem junto ao público evangélico — base eleitoral estratégica para 2026.
Apesar da retórica religiosa, o pré-candidato evita comentar os episódios que fragilizaram sua campanha nas últimas semanas: o áudio em que exige R$ 134 milhões do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso no escândalo do Banco Master, para supostamente financiar um filme sobre Jair Bolsonaro. Questionado sobre o caso, Flávio mantém silêncio. O outro foi a retaliação contra o Brasil promovida pelo governo dos Estados Unidos, logo após sua reunião com o presidente Donald Trump e o secretário de Estado, Marco Rubio. O país virou alvo de um tarifaço sem qualquer sentido, por acusações inexistentes e pela transformação do PCC e do Comando Vermelho em organizações terroristas, o que dá autorização unilateral aos EUA de invadirem o país e realizarem ações militares em território nacional.
A presença de Tarcísio foi interpretada como um “reencontro” público com o senador, após o governador adotar distanciamento estratégico em meio às denúncias sobre o filme Dark Horse. A cena reforça a disputa interna da direita pela construção de palanques nacionais.
Enquanto isso, Flávio tenta se desvincular da crise comercial com os Estados Unidos, após o Escritório de Comércio norte-americano recomendar tarifas pesadas contra produtos brasileiros.
O governo Lula atribui o movimento à articulação da família Bolsonaro, e aliados passaram a apelidar o senador de “Tariflávio”.
Em discurso, o pré-candidato do PL disse que há uma “guerra espiritual” contra o governo Lula
O evento religioso evangélico realizado nesta quinta-feira (4/6), em São Paulo, transformou-se em palanque eleitoral para o pré-candidato do PL à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro.
Diante de milhares de fiéis, o parlamentar bradou que seu propósito é “expulsar o mal do governo”, em referência ao atual comando do país.
No discurso, Flávio afirmou que a “guerra é espiritual” e que a Marcha para Jesus seria a maior resposta ao “mundo do mal”. “Em nome do nosso Senhor Jesus, amém”, disse, sob aplausos.
A participação do senador marcou sua estreia na tradicional marcha, que chega à 34ª edição. Ao lado de autoridades como o governador Tarcísio de Freitas (que concorre à reeleição pelo Republicanos), o ministro do STF André Mendonça e o advogado-geral da União, Jorge Messias, Flávio buscou reforçar sua imagem junto ao público evangélico — base eleitoral estratégica para 2026.
Apesar da retórica religiosa, o pré-candidato evita comentar os episódios que fragilizaram sua campanha nas últimas semanas: o áudio em que exige R$ 134 milhões do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso no escândalo do Banco Master, para supostamente financiar um filme sobre Jair Bolsonaro. Questionado sobre o caso, Flávio mantém silêncio. O outro foi a retaliação contra o Brasil promovida pelo governo dos Estados Unidos, logo após sua reunião com o presidente Donald Trump e o secretário de Estado, Marco Rubio. O país virou alvo de um tarifaço sem qualquer sentido, por acusações inexistentes e pela transformação do PCC e do Comando Vermelho em organizações terroristas, o que dá autorização unilateral aos EUA de invadirem o país e realizarem ações militares em território nacional.
A presença de Tarcísio foi interpretada como um “reencontro” público com o senador, após o governador adotar distanciamento estratégico em meio às denúncias sobre o filme Dark Horse. A cena reforça a disputa interna da direita pela construção de palanques nacionais.
Enquanto isso, Flávio tenta se desvincular da crise comercial com os Estados Unidos, após o Escritório de Comércio norte-americano recomendar tarifas pesadas contra produtos brasileiros.
O governo Lula atribui o movimento à articulação da família Bolsonaro, e aliados passaram a apelidar o senador de “Tariflávio”.
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